sábado, 29 de agosto de 2015

Mais de 100.000 visualizações na net



A gratidão é o único tesouro dos humildes.
William Shakespeare

Quero agradecer imensamente a todos que me acompanham e me seguem na internet, através dos artigos que público em meus Blogs: http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/  com mais de 7000 visualizações. http://isaiasribeirojs.zip.net/ mais de 6000 visualizações. MANAUS AGORA  http://isaiasr.blogspot.com.br/ : Gráfico de Page views 9176 visualizações de página - 53 postagens, última publicação em 28/08/2015. Nos vídeos que foram inseridos no Canal de RMBIVAR14 com mais de 23.000 visualizações e nos Canais dos Blogs no Youtube. No Google+ com 89.742 visualizações e outras publicações nas redes sociais e, os pensamentos publicados no http://pensador.uol.com.br/autor/isaias_ribeiro/   Acesse os links.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

A LUTA EM PROL DA SOBERANIA DO BRASIL


Existem lutas na vida da gente que depois que conseguimos a vitória nos fazem sentir orgulho do dever cumprido, como esta, em 1995, lutando ao lado de bravos brasileiros pela soberania do Brasil, em prol da instalação do projeto SIVAM/SIPAM. Na foto estou em frente a um avião bandeirante da FAB, fazendo parte de uma comitiva de autoridades civis e militares e de jornalistas que se deslocaram ao Município de São Gabriel da Cachoeira-AM, para inaugurar um dos primeiros radares do Sistema de Vigilância da Amazônia, a partir deste evento a turbulência no projeto foi superada e o SIVAM/SIPAM decolou preenchendo uma grande lacuna na proteção de voo na Região Norte e consequentemente protegendo a soberania do nosso País e colaborando e auxiliando na questão climática, ambiental e proteção de reservas indígenas e da nossa biodiversidade. O Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) foi convertido em um órgão militar, o 4.º Centro Integrado de Defesa Aéreo e Controle de Trafego Aéreo (CINDACTA IV). E o SIPAM Hoje, com mais de 700 antenas de comunicação instaladas por toda a região amazônica, as informações coletadas são disponibilizadas para todos os órgãos governamentais, sejam das áreas ambiental, militar e de assistência social.
Comitiva de autoridades militares, civis e os editores do jornal ''O Solimões'' Isaias Ribeiro e  Gabriel Andrade no município de São Gabriel da Cachoeira, na comunidade indígena Yanomami, Maturacá, no Amazonas, na fronteira do Brasil com a Venezuela, onde participaram da inauguração de um dos Radares do Projeto SIVAM/SIPAM NO ANO DE 1995, ao fundo a montanha a Bela Adormecida.

Leia mais sobre o Projeto SIVAM nestes links; 

http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/01/os-dez-anos-do-sivamsipam.html

 Acesse também: http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/12/o-brasil-e-defesa-de-sua-soberania.html:

Veja também, o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), com sede na cidade de Manaus, Estado do Amazonas.  Através do Centro de Vigilância Aérea do Projeto SIVAM, o sonho acalentado por gerações do antigo Sistema de Proteção ao Voo.  http://www.cindacta4.decea.gov.br/institucional/historico.html

Assista o vídeo sobre o Sistema de Proteção da Amazônia:

ASSISTA O VÍDEO SOBRE O SIVAM - Sistema de Vigilância da Amazônia:

                                                       CLIQUE NA SETA PARA VER O VÍDEO
Leia também sobre o jornal ‘’ O Solimões’’ clicando aqui: http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/01/liberdade-de-imprensa-no-brasil-e-na.html

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

El Niño o fator preponderante no clima da Terra


A se confirmar as previsões de cientistas de vários países do mundo, que o efeito El Niño neste ano de 2015, vai ser mais forte que a de 1997, podemos esperar com certeza, além do sufocante calor que já é sentido pela população de vários países, também a seca em vários rios e sistemas que abastecem as cidades com água potável. Por causa do El Niño, as águas do oceano pacífico, na altura dos países como o Peru e Equador ficam acima de cinco graus centígrados, mais quentes do que o normal, com isso as massas de ar frio oriundas dessas regiões chegam superaquecidas na Amazônia, fazendo com que as correntes de ar quente e seco se desloquem do Norte para o Sul e Sudeste do Brasil, ocasionando elevações nas temperaturas nos estados destas regiões.
O El Niño ao longo de mais de três décadas, tem provocado secas prologadas em vários países como Austrália, África, Indonésia, Filipinas. Índia e nos países da América Central e do Sul. Por outro lado, também desencadeou inundações catastróficas nos Estados Unidos, Peru, Equador, Bolívia, Cuba e outros países, assim como furacões no Havaí Taiti e EUA.
Em 1997 o El Niño causou um grande desastre ecológico, com a seca em grandes lagos piscosos, principalmente na Amazônia, a seca foi tão forte que onde era rio, virou deserto e estrada


Neste ano de 2015, a seca afetou o sistema Cantareira que abastece com água potável a população da maior cidade brasileira, São Paulo. A estiagem e o forte calor estão causando uma grande crise hídrica não apenas na maior Metrópole do Brasil mas também no estado da Califórnia nos EUA e outras grandes cidades pelo mundo afora.
O El Niño nada mais é do que as consequências que estamos sofrendo por causa dos desmatamentos, poluição e outros fatores que tem destruído o ecossistema natural da terra, e se a ganância continuar a prevalecer diante da consciência de preservação do Meio ambiente deste planeta, vamos continuar assistindo o surgimento destes fenômenos de mudanças climáticas em todo o planeta.
O El Niño foi originalmente reconhecido por pescadores da costa oeste da América do Sul, observando baixas capturas, à ocorrência de temperaturas mais altas que o normal no mar, normalmente no fim do ano – daí a designação, que significa “O Menino”, referindo-se ao “Menino Jesus”, relacionado com o Natal.

Durante um ano “normal”, ou seja, sem a existência do fenômeno El Niño, os ventos alísios sopram no sentido oeste através do Oceano Pacífico tropical, originando um excesso de água no Pacífico ocidental, de tal modo que a superfície do mar é cerca de meio metro mais alta nas costas da Indonésia que no Equador. Isto provoca a ressurgência de águas profundas, mais frias e carregadas de nutrientes na costa ocidental da América do Sul, que alimentam o ecossistema marinho, promovendo imensas populações de peixes – a pescaria de anchova no Chile e Peru já foi a maior do mundo, com uma captura superior a 12 milhões de toneladas por ano. Estes peixes, por sua vez, também servem de sustento aos pássaros marinhos abundantes, cujas fezes depositadas em terra, o guano, servem de matéria prima para a indústria de fertilizantes.
Quando acontece um El Niño, que ocorre irregularmente em intervalos de 2 a 7 anos, com uma média de 3 a 4 anos, os ventos sopram com menos força em todo o centro do Oceano Pacífico, resultando numa diminuição da ressurgência de águas profundas e na acumulação de água mais quente que o normal na costa oeste da América do Sul e, consequentemente, na diminuição da produtividade primária e das populações de peixe.


 Outra consequência de um El Niño é a alteração do clima em todo o Pacífico equatorial: as massas de ar quentes e úmidas acompanham a água mais quente, provocando chuvas excepcionais na costa oeste da América do Sul e secas na Indonésia e Austrália. Pensa-se que este fenômeno é acompanhado pela deslocação de massas de ar a nível global, provocando alterações do clima em todo o mundo. Por exemplo, durante um ano com El Niño, o inverno é mais quente que a média nos estados centrais dos Estados Unidos, enquanto que nos do sul há mais chuva; por outro lado, os estados do noroeste do Pacífico (Oregon, Washington, Colúmbia Britânica) têm um inverno mais seco. Os verões excepcionalmente quentes na Europa e as secas em África parecem estar igualmente relacionadas com o aparecimento do El Niño.

Fonte sobre o El Niño: Wikipédia.
Fotos: Sistemanpa.com.br Jornal O Solimões e Oivelho.com. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

THE END DA POROROCA

Um espetáculo da natureza a pororoca não existe mais. Fotohttp://vicel.com.br/:


Um espetáculo da natureza, evento fantástico e magnífico que mostrava a força das águas, que formava ondas e fazia a alegria de surfistas do Brasil e do mundo, um fenômeno, que foi palco de surfistas na costa Leste do Amapá no rio Araguari sofreu danos causados pela ação do próprio homem, segundo especialistas, com a construção de três hidrelétricas e a criação de búfalos às margens do rio Araguari, que corta sete municípios amapaenses. "A pororoca não tem mais jeito. Toda a água que iria de encontro com o oceano, não vai mais. A cada dia, a tendência da foz secar é ainda maior com o aparecimento até de capim e desertificação", afirmou Antônio Feijão, CEO da Amazon Global, instituto que estuda o comportamento ambiental da foz do rio Araguari. Uma das maravilhas natural da Amazônia que causava deslumbramento contemplação e alegria chegou ao fim. A pororoca era um fenômeno caracterizado por ondas formadas pelo encontro das águas do rio Araguari com a do oceano Atlântico. No estado do Amapá que fica no Norte do Brasil, sendo um dos estados que fazem parte da Amazônia. 

terça-feira, 26 de maio de 2015

O Maior Projeto de Proteção e Controle de Tráfego Aéreo na Amazônia

Em julho de 1995, o jornal “O Solimões” publicava em sua primeira página a manchete “Amazônia vai perder o SIVAM”, devido à pressão política que foi feita naquele ano contra o projeto SIVAM/SIPAM, que foi alvo da politicagem interna praticada por políticos mal intencionados que quase acabaram com o projeto de grande importância para o Brasil com investimento previsto de US$ 1,4 bilhão.
O SIVAM e o SIPAM foi criado, para defender a soberania brasileira. Por causa da politicagem quase ficava apenas no papel, foi preciso lutar muito, para vencer os inimigos interno e externos que não queriam este projeto.

Enquanto grandes órgãos de imprensa do Brasil aceitavam a falácia dos políticos mal intencionados, que tentavam conduzir a opinião pública para não aceitar este projeto, atribuindo na época, características negativas que não existiam.
Em 2012, o SIVAM/SIPAM, completou 10 anos após a instalação destes importantes sistemas de Proteção e Controle de Trafego Aéreo na Amazônia, e os resultados que comprovam a importância deste projeto está à disposição para quem quiser conhecer.

O SIPAM tem sido de grande importância para coibir os desmatamentos, seus radares, informam diariamente sobre a proteção ambiental, meteorologia, sensoriamento remoto, rede detector de raio realizada por três centros regionais em Belém, Manaus e Porto Velho.
Por causa da politicagem, o projeto SIVAM/SIPAM ficou como um avião parado na pista durante 2 anos a espera de autorização da torre de controle da política para decolar.
O contrabando e o tráfico de drogas na região de fronteira antes do projeto SIVAM/SIPAM, era difícil de ser combatido em função de não haver naquela época, o monitoramento do tráfego aéreo.
Existiam dezenas de pistas clandestinas em vários pontos da região amazônica que favoreciam estas atividades ilícitas. Sem falar no completo isolamento e abandono no qual se encontrava a população amazônica.
Hoje, com mais de 700 antenas de comunicação instaladas por toda a região amazônica, as informações coletadas são disponibilizadas para todos os órgãos governamentais, sejam das áreas ambiental, militar e de assistência social.
Segundo o gerente regional do SIPAM em Manaus Bruno da Gama Monteiro, em entrevista ao jornal “Diário do Amazonas”, os principais objetivos do projeto tem sido alcançado, por exemplo: a operação Arco Verde iniciada em 2008 e que monitora os 48 municípios que mais desmataram na região.
O SIPAM atualmente coordena a gestão do projeto Cartografia da Amazônia, composto por três subprojetos: Cartografia Terrestre, Geológica e Náutica, em parceria com as forças armadas e Serviço Geológico do Brasil.

O Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) foi convertido em um órgão militar, no Centro Integrado de Defesa Aéreo e Controle de Trafego Aéreo (CINDACTA IV).

Este tabloide de circulação mensal foi o primeiro órgão de imprensa brasileira a se interessar em divulgar este projeto de suma importância para a defesa da soberania brasileira e o tráfego aéreo na Amazônia. A Força Aérea Brasileira reconheceu o trabalho dos editores do Jornal ''O Solimões'' na época e condecorou Isaias Ribeiro e Gabriel Andrade como Membros Honorários da Força Aérea Brasileira em solenidade militar na Base Aérea de Manaus, pelo apoio e os relevantes destaques deste Jornal ao Projeto SIVAM/SIPAM.

 Est

sábado, 31 de janeiro de 2015

2015, cem anos de nascimento do Patrono da Ecologia no Brasil


Todos os dias um beija-flor faz um voo rasante sobre algumas plantas que cultivamos em nosso quintal. Ao vê-lo bater suas asas freneticamente em uma velocidade incrível, direcionando o seu bico para sugar as flores, uma recordação me vem à mente, de um cientista que viveu toda a sua vida estudando, protegendo e cuidando dessa espécie fantástica de pássaro. Refiro-me a Augusto Ruschi agrônomo, ecologista, naturalista e indigenista que criou em Santa Teresa, município montanhoso próximo de Vitória/ES, um museu exclusivo de espécies de beija flores. O cientista que demonstrou que o amor aos beija-flores e orquídeas pode ajudar a salvar o homem.
Conheci Augusto Ruschi, no hotel SENAC de Vitória no Espírito Santo, o qual a direção resolveu fazer um viveiro de Beija flor no final da década de 70, como forma de mostrar aos hóspedes e visitantes a necessidade da conscientização ecológica.
Ele foi convidado a participar desse projeto, supervisionando toda uma estrutura que foi montada no hall do hotel, para abrigar algumas espécies de beija-flores em um amplo local que tinha também o objetivo de divulgar o trabalho que este cientista estava realizando no Brasil, através do museu.
A sensibilidade, o respeito e a dedicação que Ruschi tinha para com esses seres foi realmente um grande exemplo de amor a estes pequenos pássaros que fazem parte do grande ecossistema da terra. Esse cientista era reconhecido em todo o mundo por ter realizado um trabalho excepcional em prol de todas as espécies de beija flores existentes no Brasil.

Sua notável contribuição para o ambientalíssimo e para as ciências, expressa em suas ações e em seus mais de 400 artigos e mais de 20 livros científicos, foi consagrada através do respeito que granjeou entre os estudiosos de sua época e de muitas homenagens que recebeu em vida e postumamente. Em 1994, através de lei federal, foi-lhe concedido o título de Patrono da Ecologia no Brasil, sendo também um dos ícones mundiais da proteção ao meio ambiente.
Em plena ditadura militar, lutou, em 1965, para impedir a concretização de um plano do governo do Espírito Santo para vender a madeira de matas nativas e reflorestá-las com eucalipto. Condenou os planos oficiais de ocupação da floresta amazônica e falou a favor dos povos indígenas. Em 1971 documentou e denunciou o desmatamento desenfreado da mata virgem e o desalojamento violento de setecentas famílias indígenas num projeto de reflorestamento com eucaliptos da empresa Aracruz Celulose. O combate judicial que se seguiu só encerraria em 2007, com o ganho da causa a favor dos índios, mas a esta altura a terra já estava devastada.

O interesse pelo estudo de plantas e animais, desde a infância, permitiu que conhecesse a fundo diversos ramos da biologia, tornando-se respeitado especialista em beija-flores e orquídeas do Brasil. Ajudou no combate a pragas na agricultura, na implantação de diversas reservas ecológicas, como o Parque Nacional do Caparaó, e na divulgação das maravilhas da natureza. Montou duas instituições científicas, a saber: o Museu de Biologia Professor Mello Leitão e a Estação de Biologia Marinha Ruschi.
Figura polêmica, defensor atuante e notório do meio ambiente, envolveu-se em várias disputas públicas com empresas e autoridades pela preservação ambiental, destacando-se o conflito com o Governador do Espírito Santo, Élcio Álvares, em 1977, a respeito da instalação de uma fábrica de palmito na Reserva Biológica de Santa Lúcia. Foi também pioneiro no combate ao desmatamento da Amazônia e antecipou os efeitos deletérios do reflorestamento com espécies exóticas e do uso de agrotóxicos, entre outros problemas ambientais contemporâneos.

Infelizmente em uma missão de estudos desses pássaros na floresta amazônica, acabou sendo contaminado com um veneno fatal expelido por um pequeno sapo que anos depois lhe tirou a vida em consequência deste fato.
No entanto deixou uma lição para todos, que devemos respeitar não somente os seres de nossa espécie, mas procurar entender que existem seres não importando a sua natureza, que também tem o direito de viver aqui neste planeta.


Leia mais sobre Augusto Ruschi acessando o link do IPHAN e da  Wikipédia:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Ruschi  





terça-feira, 25 de novembro de 2014

ÁGUA ELEMENTO FUNDAMENTAL PARA EXISTÊNCIA DA VIDA

       
A escassez de água em vários países no mundo é uma realidade que tem tudo a ver com a ficção do filme ‘Interestelar’.
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Água o elemento para a existência da vida, pode ter o segredo de sua composição guardada como se fosse uma caixa do tempo, nas camadas rochosas de um cometa, como aquele que está orbitando em torno do Sol e que durante 60 horas foi pesquisado pela nave robô Philae, enviada da terra acoplado a espaçonave Rosetta que viajou durante 10 anos para pesquisar o Cometa 67P Churyumov-Gerasimenko, chamado assim em homenagem a seus descobridores, os cientistas ucranianos que o identificaram pela primeira vez em 1969. Mas os cientistas também tem razões para acreditar que existe um oceano escondido sob a superfície da lua Europa de Júpiter, como também grandes lagos em Titã a outra lua de Saturno, que guarda muita semelhança com a Terra.
Embora os cientistas não afirmam categoricamente, mas suspeita se que as grandes pesquisas realizadas até agora, não tenha como objetivo principal saber da existência de outros planetas com seres humanos parecidos com a espécie humana, mais fundamentalmente a descoberta de água fora do planeta Terra.

O mundo científico tenta de todas as formas descobrir a origem desse elemento vital para a vida  e descobriram que a composição da água pode ter surgido dos gases, poeira e gelo que estavam ao redor durante a formação do Sol, eles foram fundo nessa questão e, em dados coletados no espaço aponta, que grande parte da água existente em nosso planeta foi trazido deste ambiente que existia antes do Sol.
Portanto diante deste fato existe uma grande possibilidade que igualmente a terra, exoplanetas poderiam também abrigar as condições necessárias e adequadas para possuírem em suas superfícies recursos hídricos a manutenção e evolução da vida.

O motivo que leva os cientistas de todo o planeta, nesta área espacial, a pesquisar a existência de água fora do nosso planeta, é que em função da destruição e devastação das florestas, somado ao desperdício, a poluição de rios e mananciais que está levando ao mundo a uma grande escassez de água em várias partes do planeta.

Sem contar que 97% de todos os recursos hídricos existentes na Terra, ficam em oceanos e mares salgados, 2% estão congelados e apenas 1% em água potável, com uma parte dela ainda inacessível para consumo, devido a  localização desses mananciais profundos em áreas de difícil acesso.

O Brasil é líder em recursos hídricos mas, devido a uma serie de fatores, muitas regiões do país estão sofrendo com a escassez da água, como São Paulo que concentra a maior população do país que estão sofrendo há mais de 06 meses com a seca do sistema Cantareira que abastece a população desta grande cidade brasileira. Secas de rios se alastram por todo o planeta causando uma escassez de água potável em vários países de mundo.

Essa realidade tem tudo a ver com a ficção do filme ‘Interestelar’ ao qual o roteiro traçado por Christopher Nolan narra a história da astronauta Amélia (Anne Hathaway) e o piloto da nave espacial e protagonista da trama, Cooper (Matthew McConaughey), que viajam no espaço e no tempo para descobrir um lugar no universo desconhecido onde a espécie humana pudesse continuar sobrevivendo, face as dificuldades de se manter a vida em um planeta destruído.

Na realidade a pesquisa interestelar está se antecipando a uma triste e devastadora situação que se desenha no futuro do nosso planeta com devastação e destruição em nome do progresso de ecossistemas importantes para a nossa sobrevivência.  Provavelmente isto tenha sido o motivo da grande alegria demostrada ao mundo pelos cientistas da Agência Espacial Europeia, quando o robô Philae pousou no Cometa 67P. para pesquisar a origem da água existente ainda em nosso planeta e fundamental para a sobrevivência de todos os seres deste planeta.